Como funciona
A análise de fraude coleta informações do dispositivo do comprador (fingerprint) usando a tecnologia ThreatMetrix da CyberSource. Esse fingerprint é usado pelo mecanismo antifraude para avaliar o risco da transação durante a criação da cobrança. O fluxo é:- O SDK solicita uma sessão de fraude à API
- A API retorna as credenciais do ThreatMetrix
- O SDK carrega o script do ThreatMetrix no navegador
- O ThreatMetrix coleta dados do dispositivo em segundo plano
- O
sessionIdretornado é enviado junto com a cobrança para análise
O ThreatMetrix coleta dados do dispositivo em segundo plano enquanto o usuário preenche o formulário de pagamento. Quanto mais cedo você chamar
setup(), mais dados serão coletados e melhor será a avaliação de risco.Uso básico
setup() não requer nenhum parâmetro — os dados do navegador são coletados automaticamente.
Retorno (FraudSetupResult)
O que o ThreatMetrix coleta
O ThreatMetrix é carregado automaticamente e coleta informações como:- Tipo de navegador e versão
- Sistema operacional
- Endereço IP e geolocalização
- Configurações de idioma e fuso horário
- Resolução de tela e fontes instaladas
- Plugins e extensões do navegador
- Comportamento de navegação e padrões de digitação
- Indicadores de proxy, VPN ou emulador
Dados coletados pelo SDK
Além do fingerprint do ThreatMetrix, o SDK envia para a API os seguintes dados do navegador no momento dosetup():
Quando chamar o setup
O padrão recomendado é:Sessão de fraude
Cada sessão de fraude tem um TTL de 30 minutos. Se o comprador demorar mais do que isso para finalizar a compra, será necessário criar uma nova sessão. A sessão é de uso único — após ser consumida na criação de uma cobrança, não pode ser reutilizada.Usando na cobrança
Envie osessionId no campo fraud_session_id ao criar a cobrança:
Tratamento de erros
Se a análise de fraude falhar, a cobrança ainda pode ser criada sem o
fraud_session_id (desde que o merchant não tenha configurado a análise como obrigatória). Porém, a transação não terá a proteção antifraude.